
A Câmara Municipal de Santa Catarina do Fogo anunciou, quinta-feira, a disponibilização de terreno para a construção de 50 a 70 habitações sociais, no âmbito do programa “Nha Kaza Chave di Felicidade”, como parte das medidas para reduzir o défice habitacional no município.
O anúncio foi feito pelo presidente da autarquia, Manuel Teixeira, durante a visita do ministro das Infraestruturas, Habitação e Ordenamento do Território, Carlos Tavares, ao município. Segundo o edil, o défice habitacional constitui uma das principais preocupações da autarquia, tendo a habitação social sido uma das reivindicações apresentadas ao Governo e ao Ministério das Infraestruturas.
Manuel Teixeira adiantou ainda que o município deverá celebrar, nos próximos dias, um contrato-programa no valor de 15 mil contos destinado à reabilitação de tetos e habitações, medida que considerou “um grande alento” para apoiar famílias em situação de maior vulnerabilidade habitacional.
Relativamente à construção das novas habitações sociais, o autarca explicou que o processo deverá prolongar-se até 2028, com o objetivo de reduzir progressivamente o défice habitacional no município. A autarquia, acrescentou, continuará a mobilizar outros parceiros para encontrar soluções e reforçar a oferta de habitação social no concelho.
Sobre as habitações em construção em Bangaeira, em Chã das Caldeiras, Manuel Teixeira informou que existe o compromisso de entregar pelo menos 25 casas em meados de Novembro. As restantes habitações poderão ser entregues ainda este ano, dependendo da evolução dos trabalhos e da resolução de alguns constrangimentos registados durante a execução da empreitada. Caso não seja possível concluir o processo até Dezembro, a autarquia prevê iniciar as entregas em Janeiro de 2027.
O presidente da Câmara Municipal explicou que a edilidade está a dialogar com o Governo e com a empresa responsável pela empreitada para definir a melhor forma de proceder à entrega das habitações, tendo em conta os compromissos assumidos anteriormente e a necessidade de garantir que as famílias beneficiárias não sejam prejudicadas.
“Trabalharemos para que as famílias não se sintam penalizadas”, afirmou Manuel Teixeira, sublinhando que o objectivo é assegurar que os beneficiários recebam as casas em boas condições e fiquem satisfeitos com a qualidade da habitação.






















































