Terça-feira, 21 Abril 2026

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Sal: Peixeiras criam associação para defender direitos da classe

As mulheres que se dedicam à comercialização de pescado na ilha do Sal passam, a partir de agora, a contar com uma estrutura formal de representação, com a criação da Associação das Peixeiras da ilha do Sal (APS), vocacionada para a defesa dos interesses da classe.

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De acordo com o extrato de constituição, consultado hoje, 21,  pela Inforpress, a nova organização, sem fins lucrativos e com sede na cidade de Santa Maria, surge com o objetivo de reforçar a organização e a coesão do grupo, promovendo simultaneamente a identidade profissional e a visibilidade das peixeiras junto das instituições.

Entre as prioridades da APS destacam-se a realização de ações de formação e sensibilização, com vista à adaptação das competências das associadas à realidade socioeconómica da ilha, bem como o estabelecimento de parcerias que garantam o acesso a recursos técnicos e financeiros.

A associação propõe-se ainda a fomentar a participação ativa das mulheres no planeamento de políticas de desenvolvimento local e a contribuir para a criação e manutenção de condições de trabalho seguras, dignas e equitativas, para combater as desigualdades de género no setor.

A primeira Direção da APS é liderada por Gracelinda Rocha Correia, tendo como vice-presidente Cíntia Mileida Sanches Correia e como tesoureira Alessandra Patrícia Fortes Silva.

A Mesa da Assembleia-Geral é presidida por Ângela Maria Gomes Moreira, enquanto o Conselho Fiscal é liderado por Dulce Tavares Semedo.

Os órgãos sociais agora constituídos terão um mandato de três anos, representando um passo significativo na organização da sociedade civil na ilha do Sal e no reforço da representatividade das peixeiras.

SALWEB.cv AD

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