
A 12ª edição da Volta a Djeu realiza-se este sábado, 22 de agosto, em São Vicente, com 28 nadadores inscritos nas categorias master e veteranos. A prova, que cumpre a quarta edição a nível nacional, poderá contar com pelo menos 25 participantes devido às dificuldades nas ligações interilhas.
A organização, a cargo da Djeu CV, prevê a presença de atletas de São Vicente, Santo Antão, Santiago, Sal, Boa Vista e Maio. No entanto, alguns participantes provenientes do Sal, Boa Vista e Santiago ainda aguardam por condições de transporte para confirmar a deslocação à ilha.
Segundo David Monteiro, representante da organização, a expectativa é garantir a realização da competição principal com um número mínimo de 25 nadadores. Até ao momento, a participação masculina é maioritária, enquanto o setor feminino conta com três inscritas, duas na categoria master e uma em veteranos.
Na categoria master, os nadadores vão percorrer 5,2 quilómetros, entre a praia da Laginha e o Ilhéu dos Pássaros, conhecido como Djeu. Já a prova de veteranos terá uma distância mais curta, de 1,8 quilómetros, com partida na Laginha e chegada junto ao Farol da Cabnave.
O programa inclui ainda provas destinadas a crianças e adolescentes, com percursos entre 100 e 150 metros realizados junto à praia. A organização prevê condições meteorológicas favoráveis à realização da competição, embora com possibilidade de algum aumento do vento. As previsões apontam para condições consideradas adequadas ao nível das marés e da ondulação.
A segurança dos participantes será assegurada com recurso a motas de água e caiaques de apoio aos nadadores. A Guarda Costeira e particulares deverão disponibilizar também embarcações de maior porte para acompanhar a prova. A competição conta com o apoio do Instituto do Desporto e da Juventude (IDJ), bem como do Ministério do Mar, dos ministérios do Turismo e da Cultura, da Enapor e do Instituto Marítimo e Portuário (IMP).
David Monteiro reconhece algumas dificuldades na mobilização de apoios, tendo em conta a mudança governamental, mas garante que as principais parcerias estão asseguradas. A organização defende a continuidade do investimento na natação e a promoção da modalidade sendo Cabo Verde um país arquipelágico, onde as atividades ligadas ao mar assumem particular importância.






















































