
O Partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade (PTS) vai dar prioridade à juventude, aos grupos mais vulneráveis e a agricultores, pescadores e peixeiras na agenda política dos próximos dois anos. A afirmação é da presidente do partido, Jónica Brito, à margem da abertura do ano político 2026-2027, que decorreu na Assembleia Nacional.
Jónica Brito explica que o PTS quer passar a ter uma presença mais constante junto da sociedade, em vez de se limitar a reagir a acontecimentos pontuais, como tem acontecido. A agenda inclui propostas de lei e encontros com várias camadas da população, com a juventude entre os principais focos.
A líder do partido defende que as políticas públicas devem dar mais atenção aos pescadores, às peixeiras e a outros profissionais ligados à pesca, sobretudo na proteção social. Lembrou que estas pessoas trabalham a vida inteira e, por falta de descontos para a segurança social, muitas chegam ao fim da carreira sem direito a reforma. Quer, por isso, medidas que lhes garantam uma vida digna quando deixarem de poder trabalhar.
Os agricultores integram o mesmo grupo. Na opinião de Jónica Brito, foram dos que menos beneficiaram diretamente das políticas públicas nos últimos anos, e o reconhecimento do seu contributo para a economia nacional tarda em chegar.
A abertura do ano político, realizada sob o lema “PTS – Mais do que uma promessa, uma realidade que representa o povo cabo-verdiano”, uniu militantes, simpatizantes e representantes da sociedade civil. A presidente descreve o encontro como um momento de partilha e de escuta, além de espaço para debater a agenda do partido.






















































