
As equipas de saúde mantêm uma intervenção permanente nas zonas identificadas como mais vulneráveis à proliferação de mosquitos, com reforço das ações de limpeza e vigilância durante a época das chuvas, assegurou esta terça-feira, 18, o ministro da Saúde, Lúcio Fernandes.
A declaração surge nas vésperas do Dia Mundial do Mosquito, assinalado a 20 de agosto, e num período em que as condições associadas às chuvas podem favorecer a criação de focos de reprodução destes insetos. Segundo o governante, as delegacias de saúde das diferentes ilhas continuam a atuar diariamente, com prioridade para os locais onde as autoridades identificaram maior risco e histórico de ocorrência de surtos.
Lúcio Fernandes explicou que as equipas estão a concentrar os esforços nesses pontos, através da eliminação de focos e da sensibilização das populações. A campanha de limpeza conta com a participação de instituições e comunidades, embora a adesão varie entre os municípios. O ministro considera que o combate à proliferação de mosquitos não depende apenas da intervenção dos serviços de saúde, defende uma participação ativa da população na eliminação de possíveis focos.
Questionado sobre a existência de um plano nacional específico para as próximas datas do calendário da saúde, Lúcio Fernandes afirma que não existe, neste momento, uma programação centralizada de atividades. O governante explicou que a prioridade está na resposta operacional diária e na prevenção junto das comunidades consideradas mais vulneráveis.
O Dia Mundial do Mosquito é assinalado a 20 de agosto. A data recorda a descoberta feita em 1897 pelo médico britânico Ronald Ross, que demonstrou que os mosquitos são responsáveis pela transmissão da malária. A efeméride procura chamar a atenção para as doenças transmitidas por mosquitos e para a importância das medidas de prevenção e controlo destes insetos.

















































