Terça-feira, 19 Maio 2026

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FMI defende respostas coordenadas para proteger economia global

A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, defendeu esta segunda-feira, 18, respostas coordenadas das principais potências económicas para evitar um cenário mais severo na economia, tendo em conta que o mundo enfrenta um momento de elevada fragilidade devido ao agravamento dos conflitos no Médio Oriente.

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À entrada para a reunião dos ministros das Finanças e governadores dos bancos centrais do G7, em Paris, a responsável do FMI apelou aos governos para adotarem medidas capazes de reduzir os impactos do atual contexto geopolítico sobre a economia internacional.

Segundo Georgieva, o aumento das tensões militares e a instabilidade nos mercados energéticos estão a pressionar o crescimento global, numa altura em que várias economias ainda enfrentam dificuldades associadas à inflação, dívida e desaceleração da atividade económica.

A líder do FMI manifestou preocupação com a evolução do mercado petrolífero, alerta que a manutenção dos preços do barril acima dos 100 dólares poderá agravar as pressões financeiras e aumentar os riscos para famílias, empresas e Estados.

Perante este cenário, defende prudência nas decisões de política económica, e adverte que medidas descoordenadas ou excessivamente agressivas podem aprofundar a instabilidade internacional.

Kristalina Georgieva considera que o encontro do G7 surge num momento decisivo para procurar respostas conjuntas que permitam preservar a estabilidade económica e reduzir os efeitos negativos da guerra sobre os mercados globais.

A reunião em Paris junta representantes dos Estados Unidos, Alemanha, França, Itália, Canadá, Reino Unido e Japão, num contexto marcado pelo aumento da incerteza internacional e pelas preocupações crescentes em torno da segurança energética e financeira.

Fonte: Inforpress

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