
A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) já aprovou a entrada de 14 novas entidades na categoria de observador consultivo, durante a 31º Reunião Ordinária do Conselho de Ministros, realizada a 19 de agosto, em Díli, Timor-Leste.
As organizações selecionadas são provenientes de Angola, Brasil, Moçambique, Portugal e Timor-Leste e desenvolvem atividades em áreas como educação, saúde, ambiente, desporto, comércio externo, empreendedorismo e desenvolvimento socioambiental.
De acordo com a CPLP, a atribuição do estatuto resulta dos pedidos apresentados pelas próprias entidades e da verificação do cumprimento dos requisitos previstos nos estatutos da organização e no regulamento dos observadores consultivos.
Entre as novas entidades estão, de Timor-Leste, a Associação Internacional das Comunidades Luso-Asiáticas (APCA). Portugal passa a contar com a Associação Internacional das Comunidades de Língua Portuguesa (CLPI), a Confederação do Desporto de Portugal, o Panathlon Clube de Lisboa e a Universidade de Lisboa/Colégio Tropical.
Moçambique está representado pela Associação de Educação de Jovens e Adultos de Nampula (ASEJANA) e pelo Instituto Nacional de Saúde de Moçambique (INS). De Angola foram aprovadas a Associação de Mulheres Marítimas e Portuárias e Atividades Conexas de Angola (AMMPACA – WIMANGOLA) e o Fórum Empresarial dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (FE-PALOP).
O Brasil passa a ter cinco novas entidades com estatuto de observador consultivo: o Centro de Educação Ambiental e Preservação do Património da Universidade Federal do Paraná, o Fórum das ONG/Aids do Estado de São Paulo (FOAESP), o Fundo Brasileiro de Educação Ambiental (FunBEA), a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX) e o Instituto Espinhaço – Biodiversidade, Cultura e Desenvolvimento Socioambiental.
A categoria de observador consultivo está prevista nos instrumentos normativos da CPLP, tendo o respetivo regulamento sido adotado em 2009 e posteriormente revisto em 2016 e 2023. A atribuição deste estatuto permite aproximar organizações da sociedade civil, instituições académicas e entidades de diferentes setores da estrutura da comunidade lusófona

















































