De acordo com a nova tabela, a gasolina passa a ser vendida a 129,50 escudos por litro, o gasóleo normal a 108,80 escudos/litro, o gasóleo para eletricidade a 93,10 escudos/litro e o gasóleo marinha a 82,20 escudos/litro.
O petróleo será comercializado a 137,70 escudos/litro, o fuelóleo 380 a 66,60 escudos e o fuelóleo 180 a 69,60 escudos.
No que respeita ao gás butano, o preço a granel passa para 137,40 escudos por quilograma. As garrafas de 12,5 quilos custarão 1.718 escudos, as de seis quilos 825 escudos, as de três quilos 392 escudos e as de 55 quilos 7.558 escudos.
Segundo a ARME, os preços da gasolina, petróleo, gasóleo normal, gasóleo eletricidade, gasóleo marinha, fuelóleo 180 e fuelóleo 380 aumentaram, respetivamente, 6,98%, 6,67%, 4,16%, 4,72%, 5,44%, 5,38% e 7,94%, contribuindo para o acréscimo médio de 5,52%.
Comparativamente ao período homólogo (março de 2025), a variação média dos preços dos combustíveis representa, contudo, um decréscimo de 12,59%. Já face à média do ano em curso, verifica-se um aumento acumulado de 3,48%.
A entidade reguladora explica que, de acordo com os dados publicados pelo Platts European Marketscan e pelo LPGasWire, os preços médios dos combustíveis nos mercados internacionais, cotados em dólares por tonelada métrica (USD/MT), aumentaram em média 7,59% de janeiro para fevereiro.
Individualmente, as cotações médias do butano, gasolina, Jet A1, gasóleo ULSD e fuelóleo 0,5% subiram 4,14%, 6,98%, 7,53%, 8,26% e 11,05%, respetivamente.
No mesmo período, a cotação média do petróleo Brent situou-se em 69,03 dólares por barril, registando um aumento de 7,90% face aos 63,98 dólares por barril observados em janeiro.
A ARME atribui a subida internacional dos preços, em fevereiro, ao acordo comercial entre os Estados Unidos da América e a Índia, que prevê a redução das tarifas norte-americanas sobre produtos indianos de 50% para 18%, em contrapartida da suspensão das compras de petróleo russo e da diminuição de barreiras comerciais por parte da Índia.
Os novos preços máximos de venda ao consumidor final vigoram entre 1 e 31 de março de 2026.