
Moradores de várias localidades do município de Santa Catarina denunciaram esta segunda-feira, 30, um aumento significativo da praga de ratos, uma situação que, segundo relatam, já ultrapassou as zonas agrícolas e passou a afetar diretamente as habitações e outros espaços.
Em declarações à imprensa, Adilson Silva afirmou que o problema tem vindo a intensificar-se nos últimos tempos. Destacou que os roedores, muitos deles de grande porte, invadem residências mesmo durante o dia, causando medo e insegurança entre as famílias.
Apesar dos esforços da população, que recorre a venenos e armadilhas, os resultados têm sido insuficientes para conter a proliferação, o que tem aumentado a preocupação generalizada.
Anastácio Rosa Também considera que a situação está fora de controlo, e refere que os ratos circulam livremente entre campos agrícolas, casas e estabelecimentos comerciais. Para este morador, o combate à praga exige uma resposta coordenada das autoridades, com particular envolvimento do setor da saúde.
O mesmo alertou ainda para os riscos associados ao uso indiscriminado de produtos tóxicos, que podem representar perigo para crianças e outros residentes, além de defender a necessidade de soluções técnicas mais seguras e eficazes.
Por sua vez, Maria Cristina descreveu um cenário de apreensão tanto nas zonas rurais como urbanas, sublinhando o impacto negativo na produção agrícola, com perdas registadas antes mesmo da colheita.
Com o início da preparação dos terrenos agrícolas, os moradores temem que a escassez de alimentos no campo contribua para uma maior invasão de ratos nas zonas habitacionais.
A população refere ainda que o problema não é exclusivo de Santa Catarina, estende-se a outros municípios da região de Santiago Norte, onde também se registam queixas relacionadas com outras pragas, como macacos e galinha-de-mato.
A presença massiva de roedores levanta preocupações acrescidas de saúde pública, devido ao risco de transmissão de doenças, contaminação de alimentos e degradação das condições sanitárias, o que leva os moradores a exigir uma intervenção urgente e eficaz das autoridades competentes.












































