
Os novos órgãos sociais da Federação Cabo-verdiana de Futebol (FCF) foram empossados na tarde desta quinta-feira, 6, com Mário Semedo a iniciar mais um mandato de quatro anos à frente da entidade máxima do futebol nacional. A cerimónia de posse decorreu num auditório repleto de apoiantes, com a presença dos selecionadores nacionais Bubista e Nita.
Mário Semedo será acompanhado por uma vasta equipa que integra como vice-presidentes Mário Avelino Donay, Fernando Firmino, Safira Gomes e Ivan Ramos, entre outros membros que vão comandar o Conselho Diretivo da FCF.
O presidente reeleito apontou como dois grandes desafios imediatos a preparação da participação da seleção nacional masculina no Mundial e da feminina no CAN, a realizar-se no Marrocos.
“O processo eleitoral cria sempre uma situação que acaba por desfocar do essencial, mas agora creio que estão criadas as condições para continuarmos a trabalhar e reforçar ainda mais, tendo em conta os desafios imediatos que temos neste momento”, afirmou Mário Semedo.
Relativamente à participação das duas seleções nacionais em competições internacionais, ambas pela primeira vez, Mário Semedo mostrou-se ciente dos desafios e partilhou uma preocupação pela eventualidade de Marrocos não sediar o CAN.
“Temos o CAN feminino agora. Há algumas informações, não sei se são verdadeiras ou não, mas há uma informação oficial em que o Marrocos pode não acolher a organização. Já temos a nossa programação dirigida para o Marrocos e espero que continue, porque senão pode criar algum problema em termos de planificação”, explicou.
Em relação ao Mundial masculino, o presidente da FCF garantiu que não há nada de novo, apenas a questão do visto e algumas outras preocupações perfeitamente ultrapassáveis pela FIFA.
“O campeonato do mundo, isso sim, não há nada que contraria as informações iniciais que nós temos. É importante que assim seja. A questão do visto e outras situações, penso que serão resolvidas com o apoio da FIFA”, sublinhou Semedo.
Sem querer comentar diretamente a contestação das eleições pela lista adversária, Mário Semedo considerou que “as pessoas têm que pensar em Cabo Verde e não pensar em projetos pessoais”.
“As eleições foram transparentes, foram eleições dirigidas por uma comissão eleitoral formada por juristas, por magistrados, pessoas que conhecem a lei. Portanto, penso que isso dá muita segurança”, afirmou o presidente reeleito.
Mário Semedo concluiu garantindo segurança para a FCF prosseguir com mais trabalho a favor do futebol nacional, com enfoque nas competições internas












































