“Muito grata por ser membro do júri do Prémio Adiaha para Melhor Documentário de uma Mulher Africana, rodeada de colegas jurados tão inspiradores e brilhantes”, escreveu a realizadora cabo-verdiana na sua página no Facebook após receber a notícia da organização do certame.
O nome “Adiaha”, que significa “primeira filha” na língua ibibio (Nigéria), simbolizando liderança e protagonismo feminino, foi dado, em 2017, ao Prémio pela Fundação Ladima para reconhecer e incentivar mulheres africanas a contar as suas histórias através do documentário.
O Prémio, que foi lançado em 2017 no Zanzibar International Film Festival e durante vários anos foi atribuído no Encounters South African International Documentary Film Festival, mais recentemente passou a funcionar também como competição online internacional.
Além de promover a visibilidade das mulheres africanas no cinema documental a fim de também criar oportunidades internacionais de exibição e reconhecimento, o Prémio Adiha busca corrigir desigualdades de género no cinema, apoiando a carreira das vencedoras.
Ao Prémio podem concorrer apenas mulheres cineastas africanas que vivem ou trabalham em África, apresentando a concurso documentários recentes e produzidos no continente, com direção e produção também assinada por mulheres.
As candidaturas para a edição deste ainda estão abertas. Data limite: 10 de março. A vencedora normalmente recebe cerca de dois mil dólares em prémio monetário, além de oportunidades de exibição do seu filme em festivais parceiros internacionais.