Os protocolos foram celebrados com a KSCinema — no âmbito da produção do filme Plastic Atlantis, de Samira Vera-Cruz, com financiamento da Direção Nacional do Ambiente —, a Associação Cabo-verdiana do Cinema e Audiovisual (ACACV), o artista plástico Tutu Sousa, a HJC Art (Hélder Cardoso), Le Cercle des Artistes (DDany Moura), a Residência Artística Terra Terra, a Associação Teatral Fladu Fla, e ainda um Memorando de Entendimento com o Parque Tecnológico.
O pacote de financiamento associado a estes acordos é de cerca de cinco milhões de escudos cabo-verdianos e insere-se numa visão estratégica que coloca a cultura como motor de desenvolvimento económico e social de Cabo Verde. “Acreditamos profundamente que a cultura é um fator de desenvolvimento económico do país e também uma poderosa ferramenta de promoção de Cabo Verde, tanto a nível nacional, através do turismo cultural, como a nível internacional, através da afirmação da nossa criatividade e talento”, afirmou o ministro Augusto Veiga.
O governante destacou ainda o crescimento do cinema cabo-verdiano e o papel de uma nova geração de realizadores que tem conquistado reconhecimento além-fronteiras. “Hoje temos uma nova geração de realizadores e profissionais do audiovisual que está a dar cartas, a conquistar prémios internacionais e a levar o nome de Cabo Verde cada vez mais longe”, sublinhou.
No domínio das artes plásticas, foram destacadas iniciativas de transformação de espaços urbanos e valorização do património cultural. No teatro, o ministério anunciou apoio às companhias nacionais através de financiamento destinado a projetos de criação e circulação. “O nosso objetivo é simples e claro: colocar os meios e os valores da política cultural nas mãos de quem cria, produz e faz viver a cultura cabo-verdiana todos os dias”, concluiu Augusto Veiga.